Blog

Redes Sociais

Mission Requirements

INFANTE aims at changing the game in Earth Observation with innovative concepts and develop the space capabilities in Portugal. To these ends INFANTE is designed as a system of systems, integrating space, ground and launch segments to demonstrate satellite-based applications, and the performance of the satellite bus and its subsystems.
Thre Earth Observation applications have been selected as case studies, mainly focussed in the Atlantic area.

  • Maritime surveillance: INFANTE will identify ships in the Atlantic and report alerts to users.
  • Environmental monitoring: INFANTE will monitor slow evolving environmental phenomena (such as oil spills or algal blooms) and report data to users.
  • Extreme event detection and monitoring: INFANTE will detect and monitor fast evolving phenomena (e.g. fires, floods, extreme meteorological event or other) and report data to users.

To demonstrate these three applications, INFANTE team will work closely with end users, both Portuguese and international, and integrate a Synthetic Aperture Radar and a Multispectral Camera in a fully autonomous microsatellite.
Some of the satellite’s main features will be:

  • 3-axis stabilised satellite, using an active ADC system, to provide the necessary attitude and stability for the operation of the Earth Observation payloads.
  • Sustainable power system building on solar panels and batteries to cope with the demanding power consumption from subsystems and payloads.
  • Down/up link with the ground is required to send commands to the satellite and to receive high-resolution payload data.
  • Propulsion system to maintain the orbit throughout the mission and ensure there is enough time for the demonstration of systems and applications.

INFANTE will be launched to LEO in 2020 requiring also the implementation of innovative processes for development, production, verification of the satellite and ground segment.

Redes Sociais

Enhancing knowledge, protection and the value of Oceans

The Oceans are, simultaneously, the host for key ecosystems, the source for significant economic activity, a dominant contributor for global climate and environmental balance. However, it commonly agreed that there is a substantial lack of capabilities to properly explore, study, monitor and sustainably exploit Oceans.
Microsatellite constellations are expected to become critical towards covering this gap since they provide additional capabilities to existing observation systems, namely by ensuring more frequent imagery.
This benefits Portugal, sea fairing nations and ultimately the World, by empowering people and institutions to better know the Oceans, protect them, ensure the sustainability of their exploitation, and monitor sea and air traffic in these regions; therefore contributing to fulfilling the framework of Ocean related responsibilities.

Redes Sociais

A new age for the Portuguese Space Industry

The Portuguese Space industry is in constant evolution for the last 20 years, with a growing involvement in international programmes, such as the ones implemented through the European Space Agency (ESA) or the Horizon 2020. With INFANTE, starts a new age for Space in Portugal. Being the first satellite of the Portuguese industry, leveraged by the New Space paradigm shift, INFANTE will prepare the way for new products and services leveraged with innovative business models.
INFANTE builds on the capabilities of internationally recognised companies that are strongly engaged in international Space R&D programmes in the areas of structures, avionics, communications and propulsion. These companies are supported by state-of-the-art research and innovation centres to enhance the capability to tackle challenges of increasing complexity.
The INFANTE consortium provides the place for this articulation to happen, aligning, for the first time, the main Space industrial and technological players towards a common goal.

Redes Sociais

About INFANTE

INFANTE is an R&D project for the development and in-orbit demonstration of technology for a small satellite, precursor for Earth observation constellations.
The project’s Space segment includes a low-cost and modular bus; a communications system based on software-defined radio equipped with advanced functions; a small propulsion system; deployable panels with solar arrays and antennas; SAR and multi-spectral camera and a payload bay for scientific experiments and equipment for validation.
The Ground segment includes the development of an innovative toolkit to fast-track assembly, integration and testing of small satellites; and a “data hub” to aggregate, process and disseminate data.
INFANTE is led by TEKEVER ASDS and puts together renowned Portuguese companies in the field of Space, such as Active Space Technologies, GMV, HPS, Omnidea and SpinWorks, amongst others; internationally recognised R&D centres such as CEIIA, FCT-UNL, FEUP, INL, IPN, ISEP, ISQ, ISR Lisboa, IT Aveiro and UBI; national partners like Deimos Engenharia, Edisoft and Optimal; end-users such as IPMA, INIAV or the Portuguese Maritime Authority and international organisations.
INFANTE stems from the new opportunities created by the emergence of New Space together with Space-related expertise developed in Portugal over the last 20 years.

News

Primeiro satélite 100% português estará em órbita até 2020

O primeiro satélite totalmente construído e desenvolvido em Portugal, o “Infante”, vai ser apresentado e assinado esta quinta-feira, em Oeiras, no encontro AED Days 2017, devendo ser lançado até final de 2020.

O evento que se realiza no Tagus Park, em Oeiras, é uma iniciativa do AED Cluster, o cluster português para as indústrias Aeronáutica, do Espaço e da Defesa, sendo que Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ) será o responsável por “toda a área de testes a peças e produto final”, refere ISQ em comunicado.

Trata-se da construção de um satélite de nova geração que envolve um investimento de mais de nove milhões de euros para três anos, sendo que o “Projeto Infante” já foi aprovado pela Agência Nacional de Inovação (ANI) para ser cofinanciado pelos fundos estruturais da União Europeia.

O projeto é uma iniciativa de várias empresas e entidades portuguesas e é cofinanciado por fundos comunitários, sendo que este satélite será o precursor de outros satélites a lançar até 2025 para observação da Terra e comunicações com foco em aplicações marítimas.

Segundo o presidente do ISQ, Pedro Matias, o Satélite “Infante” “que, segundo os coordenadores do consórcio é expectável que seja lançado até final de 2020, é o primeiro satélite português totalmente desenvolvido e construído no país”.

E prosseguiu, citado em comunicado: “É uma área que conheço bem, pois já há alguns anos tinha acompanhado o processo do PoSAT (1993), do professor Carvalho Rodrigues do então INETI (Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação), que embora construído por empresas e laboratórios portugueses, era essencialmente um projeto de transferência de tecnologia”.

by Jornal de Noticias 19 October 2017

News

Primeiro satélite 100% português estará em órbita até fim…

Consórcio tem nove empresas e o investimento é de nove milhões de euros para três anos.
O primeiro satélite totalmente construído e desenvolvido em Portugal, o Infante, deverá ser lançado até final de 2020. Apresentado esta quinta-feira no encontro AED Days 2017, em Oeiras, o projecto do microssatélite é uma iniciativa do cluster português para as indústrias Aeronáutica, do Espaço e da Defesa (AED Cluster) e o grupo ISQ será o responsável por “toda a área de testes a peças e produto final”, refere o Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ) em comunicado.

Trata-se da construção de um satélite de nova geração que envolve um investimento de mais de nove milhões de euros para três anos, sendo que o projecto Infante já foi aprovado pela Agência Nacional de Inovação (ANI) para ser co-financiado pelos fundos estruturais da União Europeia.

O projecto é uma iniciativa de várias empresas e entidades portuguesas e é co-financiado por fundos comunitários, sendo que este satélite será o precursor de outros satélites a lançar até 2025 para observação da Terra e comunicações com foco em aplicações marítimas. É expectável que o Infante seja lançado até final de 2020, segundo os coordenadores do consórcio.

“É o primeiro satélite português totalmente desenvolvido e construído no país”, refere o presidente do ISQ, Pedro Matias E prosseguiu, citado em comunicado: “É uma área que conheço bem, pois já há alguns anos tinha acompanhado o processo do PoSAT (1993), do professor Carvalho Rodrigues do então INETI (Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação), que embora construído por empresas e laboratórios portugueses, era essencialmente um projecto de transferência de tecnologia.”

by Publico.pt 19 October 2017

News

Active Space Technologies fornece sistema de energia do primeiro…

Satélite precursor para constelações de microssatélites para observação da Terra e Comunicações

O INFANTE é o projeto de desenvolvimento e demonstração em órbita de um microssatélite, a lançar em 2020, precursor de uma constelação para observação da Terra e comunicações com foco em aplicações marítimas. O projeto será apresentado nos AED Days que decorrem entre 18 e 20 de outubro em Oeiras.
O INFANTE será o primeiro satélite desenvolvido pela indústria portuguesa, articulada num consórcio nacional liderado pelo grupo TEKEVER que integra 9 empresas, em que se incluem referências no sector espacial como a Active Space Technologies, Omnidea, Active Aerogels, GMV, HPS e Spinworks; e 10 centros de I&D reconhecidos internacionalmente nas suas áreas de competência, como o CEIIA, FEUP, ISQ, FCT-UNL, INL, IPN, IPTomar, ISR Lisboa, IT Aveiro e UBI.

A Active Space Technologies é responsável pelo sistema de energia do INFANTE, incluindo os painéis solares, mecanismo wireless de posicionamento dos painéis e sistema de controlo e distribuição de potência.

A partir das oportunidades criadas pelo New Space e da capacitação induzida pela participação portuguesa no setor do Espaço ao longo dos últimos 20 anos, o INFANTE irá estabelecer a base para novas linhas de negócio associadas ao setor, baseadas em novos produtos, serviços e processos, contribuindo para reforçar a posição de Portugal no panorama internacional do Espaço.

O segmento Espacial do INFANTE inclui um microssatélite modular e de baixo custo, equipado com um rádio definido por software com funções de vigilância aérea e marítima; sistema de propulsão para manutenção de órbita; painéis solares e respetivos mecanismos; e baía de carga com radar de abertura sintética (SAR) e câmara multiespectral, a par de experiências científicas e de validação tecnológica.

No segmento de Solo, o projeto INFANTE inclui o desenvolvimento de um novo sistema para montagem, integração e teste expeditos, adaptado a pequenos satélites e lançamentos frequentes; e um data hub para agregar, processar e disseminar informação.

Juntam-se ao consórcio utilizadores de dados de satélite para apoiar a demonstração dos resultados do INFANTE, como a Autoridade Marítima Nacional, o IPMA ou o INIAV; outras empresas nacionais; e organizações internacionais como a Innovation Academy for Microssatellites da Academia de Ciências Chinesa, o Instituto Federal Fluminense do Brasil ou a francesa CLS.

O INFANTE decorre entre 2017 e 2020 e tem associado um investimento de 9,2 M€, executado por uma equipa de 150 investigadores, engenheiros e técnicos, dos quais 40 são doutorados. É cofinanciado por Fundos Estruturais no contexto dos Programas Mobilizadores do SI I&DT do Programa Portugal 2020.

by i9magazine 19 October 2017

News

Portuguese company embarks on first domestic satellite project

WASHINGTON — Tekever, a Portugal-based company with business interests ranging from clean energy to defense and logistics, is pulling together a team of domestic companies and organizations to build the first made-in-Portugal satellite.
That small satellite, called Infante, is a precursor to a constellation of 12 spacecraft in low-Earth orbit for remote sensing and telecommunications services.
The team’s current plan is for Infante to be a 16U cubesat with a mass of 25 kilograms.
“The new microsatellite constellation will complement existing assets, both satellites, such as the Sentinels, and in-situ ones such as drones, in order to substantially enhance Earth observation and communications services, primarily targeted at maritime applications and early warning for fast developing events,” Pedro Sinogas, Tekever’s chief executive, told SpaceNews.

Tekever is leading a consortium of Portuguese companies including solar panel producer Active Space Technologies, propulsion expert Omnidea and the Portuguese division of Spain’s GMV for payload management. Tekever, in emailed responses to SpaceNews questions, said the company and its partners have allocated 9 million euros ($10.5 million) for Infante, with some of that coming from Portugal 2020, a research and innovation program of Portugal and the European Commission. The company declined to break out how much is coming from individual sources.

Tekever said Infante will carry multiple payloads, including a multispectral camera, synthetic aperture radar, automatic identification system (AIS) for tracking ships and Automatic dependent surveillance – broadcast (ADS-B) for tracking aircraft. The satellite will also have room for science and technology experiments. Tekever hopes to launch the satellite in 2020. The constellation of 12 will carry the same observation and telecom payloads as Infante, but with different payloads on different satellites, the company said.

Infante has a design life of four years. Portuguese and international users have agreed to participate in the demonstration, Tekever said, including the Portuguese Maritime Authority, the Chinese Academy of Sciences and the Instituto Federal Fluminense in Brazil.

The Tekever consortium has yet to pick a launch provider for the satellite, but said three different rockets are currently under consideration.

by Caleb Henry — November 10, 2017 http://spacenews.com/tag/infante/